• Luiz Carlos de Sá Rocha

O papel da Patologia Toxicológica e Experimental no desenvolvimento de novos fármacos e medicamentos

Atualizado: 13 de Nov de 2019

O desenvolvimento de novas moléculas terapêuticas é assunto importante e dinâmico no mundo científico atual. Quais são as relações entre esse desenvolvimento e a Patologia Toxicológica e Experimental? Neste post discutimos, ou melhor, iniciamos uma discussão sobre esse assunto e sua importância para o Brasil.

Novos fármacos e medicamentos, humanos e veterinários, são alvos de desenvolvimento tecnológicos os mais variados. Seja através de processo químicos clássicos, da fitoterapia, da biologia molecular (biofármacos), novas vacinas ou métodos nanotecnológicos, inúmeras moléculas são produzidas diariamente visando combater novas e velhas doenças. A Patologia Experimental é fundamental para o desenvolvimento de modelos animais (in vivo) ou em células e tecidos (in vitro). Neste modelos podemos verificar a eficácia destas novas moléculas gerando aquilo se se chama de PROVA DE CONCEITO, onde a proposta terapêutica da nova molécula é testada. Já a Patologia Toxicológica, mais conectada aos estudos de segurança de novos produtos e/ou formulações, visa estabelecer relações entre estas novas moléculas e possíveis efeitos colaterais e/ou tóxicos. O Simpósio Internacional de Patologia Toxicológica e Experimental promovido pela ALAPTE teve a finalidade de introduzir estes assuntos no Brasil e discutir possibilidade de trabalho e negócios sempre visando a geração de profissionais qualificados nesta área. Já o Mini Simpósio Nacional, a ser realizado no dia 06 de dezembro próximo futuro, apresentará uma visão geral sobre estas áreas do conhecimento no ambiente de desenvolvimento de AGROQUÍMICOS; FÁRMACOS E MEDICAMENTOS e MATERIAIS PARA FRAGRÂNCIAS.


Maiores informações, visite o site da ALAPTE para eventos: www.alapte-eventos.com


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